| Posição | País | PIB (em milhões de US$) |
|---|---|---|
| 1 | 14,264,600 | |
| 2 | 4,923,761 | |
| 3 | 4,401,614 | |
| 4 | 3,667,513 | |
| 5 | 2,865,737 | |
| 6 | 2,674,085 | |
| 7 | 2,313,893 | |
| 8 | 1,676,586 | |
| 9 | 1,611,767 | |
| 10 | 1,572,839 | |
| 11 | 1,510,957 | |
| 12 | 1,209,686 | |
| 13 | 1,088,128 | |
| 14 | 1,010,699 | |
| 15 | 947,010 | |
| 16 | 868,940 | |
| 17 | 729,443 | |
| 18 | 525,735 | |
| 19 | 511,765 | |
| 20 | 506,392 | |
| 21 | 492,595 | |
| 22 | 484,550 |
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
PIB 2008 das economias BRIC
BRIC quadro comparativo
| Categorias \ Países | ||||
|---|---|---|---|---|
| Área | 5º | 1º | 7º | 3º / 4º (disputado) |
| População | 5º | 9º | 2º | 1º |
| PIB nominal | 10º | 8º | 12º | 3º |
| PIB (PPP) | 9º | 6º | 4º | 2º |
| Exportações | 21º | 11º | 23º | 2º |
| Importações | 27º | 17º | 16º | 3º |
| Balança comercial | 47º | 5º | 169º | 1º |
| Consumo de eletricidade | 10º | 3º | 7º | 2º |
Projeção do PIB mundial para 2050
Posição ![]() | País ![]() | PIB (em milhões de US$)) ![]() |
|---|---|---|
| 1 | 70,710,000 | |
| 2 | 38,520,000 | |
| 3 | 38,227,000 | |
| 4 | 11,366,000 | |
| 5 | 9,343,000 | |
| 6 | 8,564,000 | |
| 7 | 7,010,000 | |
| 8 | 6,675,000 | |
| 9 | 5,178,000 | |
| 10 | 5,028,000 | |
| 11 | 4,640,000 | |
| 12 | 4,592,000 | |
| 13 | 4,083,000 | |
| 14 | 3,948,000 | |
| 15 | 3,607,000 | |
| 16 | 3,164,000 | |
| 17 | 3,010,000 | |
| 18 | 2,950,000 | |
| 19 | 2,663,000 | |
| 20 | 2,602,000 | |
| 21 | 2,085,000 | |
| 22 | 1,466,000 |
Nova Ordem Mundial
Foi o presidente norte-americano Woodrow Wilson que pela primeira vez desenvolveu um programa de reforma progressiva nas relações internacionais e liderou a construção daquilo que se convencionou denominar de "uma Nova Ordem Mundial" através da Liga das Nações. [3] [4]
Nos Estados Unidos a expressão foi usada literalmente pela primeira vez pelo presidente Franklin Delano Roosevelt em 1941, durante a II Guerra Mundial. [5]
A Nova Ordem Mundial também é um conceito sócio-econômico-político que faz referência ao contexto histórico do mundo pós-Guerra Fria. Foi utilizada pelo presidente norte-americano Ronald Reagan na década de 1980, referindo-se ao processo de queda da União Soviética e ao rearranjo geopolítico das potências mundiais.[carece de fontes?]
Conforme essa nova ordem, os países são classificados em três grupos:
- Países Centrais
- Países Periféricos
- Países Semiperiféricos/Países em desenvolvimento/Emergentes.
Países Centrais
São países com economia pós-industrial, maior grau de desenvolvimento e população urbana. Estão localizados na Europa e em alguns territórios asiáticos.
O maior lucro destes países está em atividades de bancos ou outras instituições financeiras.
Países Periféricos
São países com economia primitiva, baseada na agropecuária e na exportação de matérias primas. Tem o menor grau de desenvolvimento e estão localizados na África, América Central e Oriente Médio.Países Semiperiféricos
Também chamados e Países em desenvolvimento ou Países Emergentes, se encontram em fase de desenvolvimento industrial, com maioria da população concentrada nas cidades. São menos desenvolvidos do que os Países Centrais e mais desenvolvidos do que os Países Periféricos.O maior exemplo de Países Semiperiféricos está representado pela BRIC (Brasil, Russia, Índia e China), mas ainda podemos citar a África do Sul, a Argentina, o Chile, o México e a Turquia.
Causas da Designação
A Nova Ordem Mundial foi o que o presidente Bush chamou de ordem multipolar, onde novos pólos econômicos estavam surgindo, entre eles, Japão, China, Rússia e União Européia. Quando deu início a nova ordem mundial, a rivalidade entre os sistemas econômicos opostos, a classificação dos países em 1º, 2º e 3º mundo e a ordem bipolar, EUA e URSS, deixaram de existir.
O termo Nova Ordem Mundial tem sido aplicado de forma abrangente, dependendo do contexto histórico, mas de um modo geral, pode ser definido como a designação que pretende compreender uma radical alteração, e o surgimento de um novo equilíbrio, nas relações de poder entre os estados na cena internacional.
Num contexto mais moderno, percebe-se muitas vezes esta referência ser feita a respeito das novas formas de controle tecnológico das populações, num mundo progressivamente globalizado, descrevendo assim um cenário que aponta para uma evolução no sentido da perda de liberdades e um maior controle por entidades distantes, com o quebramento da autonomia de países, grupos menores em geral, e indivíduos.
Esta descrição ganha por vezes traços de natureza conspirativa, mas pode também não ser necessariamente esse o caso. Este conceito é muitas vezes usado em trabalhos acadêmicos, notavelmente no domínio das Relações Internacionais, onde se procura traçar cenários realistas, com base em fatos, acerca do impacto de novos elementos da sociedade moderna e de como esta evolui. Um exemplo de um tema nesta disciplina é a chamada revolução dos assuntos militares, em que se procura discutir o impacto das novas tecnologias na forma de se fazer a guerra.
www.wikipedia.orgquarta-feira, 30 de setembro de 2009
“Povo hondurenho não está disposto a deixar-se vencer”, afirma Zelaya
Após pouco mais de uma semana na embaixada do Brasil, Manuel Zelaya, ainda não viu as negociações com o governo golpista avançarem como gostaria. Para vencer a situação, afirma a necessidade de paciência e continuar as mobilizações por todo país. Tossindo muito e com uma voz cansada, ele concedeu por telefone entrevista exclusiva ao Brasil de Fato da embaixada brasileira em Tegucigalpa.
Existem negociações com os golpistas?
Há muitas aproximações, mas até o momento nenhuma deu fruto. Mas, sim, há negociações.
Como estão as mobilizações no país?
As mobilizações estão tendo bastante expressão, mas nossa comunicação está comprometida, nossos celulares foram cortados. Mas estamos resistindo com muito estoicismo, muita paciência, porque o bem supremo tem um custo e esperamos conseguir restituir o sistema democrático. As mobilizações continuam em todo país, mas estão sendo muito reprimidas pelas forças armadas e pela polícia. Há um estado de ingovernabilidade que creio que deve ser solucionado nas próximas horas. Creio que um país não pode viver em convulsão, a não ser que queiramos viver como no Afeganistão. A América Latina não merece isso, o povo hondurenho não merece.
Reverter o golpe de Estado em Honduras vai ser uma vacina contra os golpes de Estado em todos países da América, incluindo Brasil, reverter vai ser parte da história do Brasil e da América Latina por sociedades mais democráticas que respeitem a soberania popular. Estamos escrevendo história junto com o Brasil.
Como avalia a postura do governo brasileiro?
O governo brasileiro e o presidente Lula têm demonstrado sua vocação democrática ao aceitar que seja feito um diálogo a partir da embaixada, e que quem deve fazer parte desse diálogo é o presidente que eles reconhecem, o governo eleito pelo povo. Isso fala muito da estatura moral e política continental que tem o presidente do Brasil. Nós queremos que esse processo dure o menor tempo possível para devolver à América Latina a certeza de que não serão permitidos golpes de Estado no século 21.
Quais são as alternativas, caso não se consiga uma saída diplomática?
A alternativa que temos é manter a luta. O povo hondurenho não está disposto a deixar-se vencer e ajoelhar-se diante de uma ditadura militar. Então, por agora, mantemos as mobilizações e também contamos com o apoio da comunidade internacional.
No Brasil existe uma especulação a respeito de se Lula participou de algum plano para sua volta. O governo nega e diz que foi avisado uma hora antes. O senhor confirma essa informação?
Nem o presidente Lula, nem Marco Aurélio [Garcia], nem o chanceler [Celso] Amorim sabiam da minha chegada a Tegucigalpa com antecedência. Quando cheguei tinha várias opções. Mas escolhi o Brasil. Falei com o Amorim, expliquei que queria tentar algum diálogo a partir daqui, também por motivos de segurança, por temor a represálias ou de ser sacrificado pelo regime. E me disseram que podia ir. Mas só souberam nesse momento.
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